O dr. Bernard Quatermass quase sofre um acidente de carro quando um casal atravessa seu caminho e saem fora da via. Ao saber do que se tratava, vê que o homem está queimado no rosto por um meteoro que caiu em Willingdon Flats. Ao retornar à base do projeto lunar no qual vem se dedicando recebe informação de que vários desses meteoritos estavam caindo nessas imediações de forma ordenada e estranha.
Ao checar o local,Quatermass acha uma exata réplica de seu projeto lunar construido numa área cercada de guardas. Seu assistente sofre queimadura de um dos meteoritos e Quatermass é expulso violentamente do lugar. Investigando mais a fundo descobre se tratar na verdade, de uma invasão alienígena que planeja dominar a mente humana e desenvolver sua espécie, sem interferência do governo britânico, infiltrando suas vítimas infectadas em postos estratégicos do poder.
O Barão Victor Frankenstein está preso e aguardando execução pelos crimes que cometeu. Mas ele conta a um padre como construiu e deu vida a uma criatura feita com partes de cadáveres, como esta saiu de seu controle e como isso o fez perder Elizabeth, o amor de sua vida.
Título: A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankenstein)
Ano: 1957
Elenco
Peter Cushing (Barão Victor Frankenstein)
Christopher Lee (a criatura)
Hazel Court (Elizabeth)
Robert Urquhart (Dr. Paul Krempe)
Diretor: Terence Fisher.
Além de ser o primeiro filme colorido da Hammer, este também é o primeiro a tratar do monstro de Frankenstein. Começava aí uma nova tendência nos filmes da produtora: o cinema gótico. A Hammer também inovou no nível extremamente alto de violência, terror, sangue e entranhas mostrados nos filmes, o que incomodou os críticos na época. Com uma série de restrições impostas pela Universal, a Hammer Films começou a gravar a produção em 19 de novembro de 1956 com um orçamento de 65 mil libras (aproximadamente US$ 30 mil).
Opinião: Excelente filme com atuações perfeitas, apesar das restrições feitas pela Universal. Peter Cushing mostra que veio para ficar em papéis complexos enquanto Christopher Lee demonstra toda sua malícia em um papel diferente de todos os que ele já havia feito.
Diferenças para com Frankenstein (1931) da Universal:
- Frankenstein é auxiliado por jovens ávidos por conhecimento e não por um corcunda sem muita inteligência;
- A Hammer se focou mais em Victor Frankenstein do que na criatura;
- O Barão é preso e condenado por seu crime sem chances de fugir ou a proteção da criatura (esta informação não entrega o filme, pois é o início do mesmo);
- A Hammer fez da criatura apenas uma alucinação de Frankenstein
Curiosidades
- O filme foi lançado com classificação 21 anos;
- Foram feitas seis continuações para este filme, sendo cinco com Peter Cushing e apenas esta primeira parte com Christopher Lee;
- A maquiagem de Christopher Lee foi desenhada às pressas, pois a Universal também ordenou que ela não se parecesse com a de Boris Karloff no filme de 1931;
- A Hammer queria usar Boris Karloff para o papel do Barão, mas novamente a Universal ameaçou processá-los se qualquer elemento (ou ator) fosse copiado;
- Com altura de 1.93m, Christopher Lee foi escolhido para a parte da criatura, mas a primeira opção da Hammer era Bernard Bresslaw, de 2.01m;
- Embora tivessem trabalhado juntos em outras produções, esta era a primeira vez que Peter Cushing e Christopher Lee contracenavam;
- Durante os intervalos das gravações, Cushing e Lee utilizavam seu tempo para trocar frases de desenhos animados (Looney Tunes), o que gerou uma amizade que durou até a morte de Peter Cushing em 1994;
- Na cena em que a criatura mata o Prof. Bernstein, é possível ver o set balançar quando a criatura o joga no chão;
- Na continuação da mesma cena, é possível ver as marcas na parede por onde Frankenstein jogará Bernstein para sua morte na cripta;
- Ainda na mesma cena, quando ocorre o close up de Bernstein já morto, é possível ver o ator respirar;
- Justine, a empregada de Frankestein, está usando sapatos de salto alto na cena em que invade o laboratório do Barão, mas aquele tipo de sapato só existiria no século 20;
O Barão Victor Frankenstein está preso e aguardando execução pelos crimes que cometeu. Mas ele conta a um padre como construiu e deu vida a uma criatura feita com partes de cadáveres, como esta saiu de seu controle e como isso o fez perder Elizabeth, o amor de sua vida.
Título: A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankenstein)
Ano: 1957
Elenco
Peter Cushing (Barão Victor Frankenstein)
Christopher Lee (a criatura)
Hazel Court (Elizabeth)
Robert Urquhart (Dr. Paul Krempe)
Diretor: Terence Fisher.
Além de ser o primeiro filme colorido da Hammer, este também é o primeiro a tratar do monstro de Frankenstein. Começava aí uma nova tendência nos filmes da produtora: o cinema gótico. A Hammer também inovou no nível extremamente alto de violência, terror, sangue e entranhas mostrados nos filmes, o que incomodou os críticos na época. Com uma série de restrições impostas pela Universal, a Hammer Films começou a gravar a produção em 19 de novembro de 1956 com um orçamento de 65 mil libras (aproximadamente US$ 30 mil).
Opinião: Excelente filme com atuações perfeitas, apesar das restrições feitas pela Universal. Peter Cushing mostra que veio para ficar em papéis complexos enquanto Christopher Lee demonstra toda sua malícia em um papel diferente de todos os que ele já havia feito.
Diferenças para com Frankenstein (1931) da Universal:
- Frankenstein é auxiliado por jovens ávidos por conhecimento e não por um corcunda sem muita inteligência;
- A Hammer se focou mais em Victor Frankenstein do que na criatura;
- O Barão é preso e condenado por seu crime sem chances de fugir ou a proteção da criatura (esta informação não entrega o filme, pois é o início do mesmo);
- A Hammer fez da criatura apenas uma alucinação de Frankenstein;
Curiosidades:
- O filme foi lançado com classificação 21 anos;
- Foram feitas seis continuações para este filme, sendo cinco com Peter Cushing e apenas esta primeira parte com Christopher Lee;
- A maquiagem de Christopher Lee foi desenhada às pressas, pois a Universal também ordenou que ela não se parecesse com a de Boris Karloff no filme de 1931;
- A Hammer queria usar Boris Karloff para o papel do Barão, mas novamente a Universal ameaçou processá-los se qualquer elemento (ou ator) fosse copiado;
- Com altura de 1.93m, Christopher Lee foi escolhido para a parte da criatura, mas a primeira opção da Hammer era Bernard Bresslaw, de 2.01m;
- Embora tivessem trabalhado juntos em outras produções, esta era a primeira vez que Peter Cushing e Christopher Lee contracenavam;
- Durante os intervalos das gravações, Cushing e Lee utilizavam seu tempo para trocar frases de desenhos animados (Looney Tunes), o que gerou uma amizade que durou até a morte de Peter Cushing em 1994;
- Na cena em que a criatura mata o Prof. Bernstein, é possível ver o set balançar quando a criatura o joga no chão;
- Na continuação da mesma cena, é possível ver as marcas na parede por onde Frankenstein jogará Bernstein para sua morte na cripta;
- Ainda na mesma cena, quando ocorre o close up de Bernstein já morto, é possível ver o ator respirar;
- Justine, a empregada de Frankestein, está usando sapatos de salto alto na cena em que invade o laboratório do Barão, mas aquele tipo de sapato só existiria no século 20;
O Barão Victor Frankenstein está preso e aguardando execução pelos crimes que cometeu. Mas ele conta a um padre como construiu e deu vida a uma criatura feita com partes de cadáveres, como esta saiu de seu controle e como isso o fez perder Elizabeth, o amor de sua vida.
Título: A Maldição de Frankenstein (The Curse of Frankenstein)
Ano: 1957
Elenco
Peter Cushing (Barão Victor Frankenstein)
Christopher Lee (a criatura)
Hazel Court (Elizabeth)
Robert Urquhart (Dr. Paul Krempe)
Diretor: Terence Fisher.
Além de ser o primeiro filme colorido da Hammer, este também é o primeiro a tratar do monstro de Frankenstein. Começava aí uma nova tendência nos filmes da produtora: o cinema gótico. A Hammer também inovou no nível extremamente alto de violência, terror, sangue e entranhas mostrados nos filmes, o que incomodou os críticos na época. Com uma série de restrições impostas pela Universal, a Hammer Films começou a gravar a produção em 19 de novembro de 1956 com um orçamento de 65 mil libras (aproximadamente US$ 30 mil).
Opinião: Excelente filme com atuações perfeitas, apesar das restrições feitas pela Universal. Peter Cushing mostra que veio para ficar em papéis complexos enquanto Christopher Lee demonstra toda sua malícia em um papel diferente de todos os que ele já havia feito.
Diferenças para com Frankenstein (1931) da Universal:
- Frankenstein é auxiliado por jovens ávidos por conhecimento e não por um corcunda sem muita inteligência;
- A Hammer se focou mais em Victor Frankenstein do que na criatura;
- O Barão é preso e condenado por seu crime sem chances de fugir ou a proteção da criatura (esta informação não entrega o filme, pois é o início do mesmo);
- A Hammer fez da criatura apenas uma alucinação de Frankenstein;
Curiosidades:
- O filme foi lançado com classificação 21 anos;
- Foram feitas seis continuações para este filme, sendo cinco com Peter Cushing e apenas esta primeira parte com Christopher Lee;
- A maquiagem de Christopher Lee foi desenhada às pressas, pois a Universal também ordenou que ela não se parecesse com a de Boris Karloff no filme de 1931;
- A Hammer queria usar Boris Karloff para o papel do Barão, mas novamente a Universal ameaçou processá-los se qualquer elemento (ou ator) fosse copiado;
- Com altura de 1.93m, Christopher Lee foi escolhido para a parte da criatura, mas a primeira opção da Hammer era Bernard Bresslaw, de 2.01m;
- Embora tivessem trabalhado juntos em outras produções, esta era a primeira vez que Peter Cushing e Christopher Lee contracenavam;
- Durante os intervalos das gravações, Cushing e Lee utilizavam seu tempo para trocar frases de desenhos animados (Looney Tunes), o que gerou uma amizade que durou até a morte de Peter Cushing em 1994;
- Na cena em que a criatura mata o Prof. Bernstein, é possível ver o set balançar quando a criatura o joga no chão;
- Na continuação da mesma cena, é possível ver as marcas na parede por onde Frankenstein jogará Bernstein para sua morte na cripta;
- Ainda na mesma cena, quando ocorre o close up de Bernstein já morto, é possível ver o ator respirar;
- Justine, a empregada de Frankestein, está usando sapatos de salto alto na cena em que invade o laboratório do Barão, mas aquele tipo de sapato só existiria no século 20;
Uma série de estranhas mortes acontece quando um psicólogo americano viaja para um congresso em Londres, com o objetivo de desmascarar um líder de uma seita demoníaca e demonstrar que o homem é uma fraude.
Um grupo de caçadores de tesouros aportam numa costa da África, à procura dos diamantes guardados num cofre do navio Susan B, que naufragou no fim do século XIX. Mas ao chegarem são atacados por criaturas que o povoado local os chamam de Mortos-Vivos e uma antiga moradora, viuva do capitão do Susan B, alertou que não conseguiriam pôr as mãos nos diamantes e teriam o fim de outras tripulações, que tambem tentaram encontrar o tesouro mas morreram, vítimas dos terríveis zumbis de Mora Tau.